Transplante - a fila tem que andar - IUN - Instituto de Urologia e Nefrologia

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Notícia

Transplante - a fila tem que andar

Qual a chance de sucesso de um transplante?
É alta, superior a 80% no final do primeiro ano. Mas muitos fatores dependem de particularidades dos pacientes, o que impede uma resposta mais precisa. Existem, no Brasil, pessoas que fizeram transplante de rim, por exemplo, há mais de 30 anos, tiveram filhos e levam uma vida normal. Além dos riscos inerentes a uma cirurgia de grande porte, os principais problemas são infecção e rejeição. Para controlar esses efeitos o transplantado usa medicamentos pelo resto da vida. Transplante não é cura, mas um tratamento que pode prolongar a vida com muito melhor qualidade. Nem todos os pacientes em diálise se beneficiam de um transplante.

​Se não houver na família alguém em condições de doar um rim, o que se deve fazer?
Não havendo possibilidade de transplante com doador vivo relacionado, pode-se entrar na lista de espera para transplante com doador falecido. Caso isso aconteça, será colhida uma amostra de soro do receptor a cada três meses, que será encaminhada ao laboratório de histocompatibilidade. Se aparecer um doador falecido com a mesma tipagem sangüínea, o soro servirá para a realização da prova cruzada com células do doador, para verificar se o organismo do receptor aceitará o novo rim.

​Como saber quem pode ser doador de rim em vida?
Através de consulta médica e uma série de exames de sangue, urina, radiológicos e eletrocardiograma para comprovar que os rins e demais órgãos estão perfeitos.

​Todos pacientes com insuficiência renal crônica são candidatos a transplante renal?
Não. Pacientes que tiveram câncer, pacientes com infecções, pacientes com doença grave do fígado ou do coração não podem fazer transplante. Porém, cada caso é analisado individualmente junto com o médico.

​Quando é possível doar?
A doação de órgãos como rim, parte do fígado e da medula óssea pode ser feita em vida. Em geral, porém, nos tornamos doadores em situação de morte encefálica e quando a nossa família autoriza a retirada dos órgãos.

Se não houver na família alguém em condições de doar um rim, o que se deve fazer?
Não havendo possibilidade de transplante com doador vivo relacionado, pode-se entrar na lista de espera para transplante com doador falecido. Caso isso aconteça, será colhida uma amostra de soro do receptor a cada três meses, que será encaminhada ao laboratório de histocompatibilidade. Se aparecer um doador falecido com a mesma tipagem sangüínea, o soro servirá para a realização da prova cruzada com células do doador, para verificar se o organismo do receptor aceitará o novo rim.

fonte:abto